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MARTA PINHEIRO BERNARDINO

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Marta Pinheiro Bernardino, nasce a 29 de Maio em Lisboa. O sítio, a casa, onde apreende e experimenta as primeiras noções do ser, chama-se S. Sebastião - pequena aldeia situada a 7km de Rio Maior. Frequenta o 1º ciclo, na Escola Primária de S. Sebastião. Aí, experimenta o aprender e o expressar. Na cidade de Rio Maior, frequenta o 2º e 3º ciclo do ensino. Não sendo esta, uma cidade sensível ao ensino das artes, cria uma barreira a ser ultrapassada. Assim, prossegue os seus estudos na área das artes, na cidade de Caldas da Rainha, onde frequenta o Curso Tecnológico de Artes e Ofícios na Escola Rafael Bordalo Pinheiro. Aqui, experimenta o ser de outro lugar. E a mala de viagem adquire um significado particular. É a caixa das roupas e dos livros, e, é também, a caixa das memórias afetivas. Mais tarde, reencontra a professora e mestre de pintura, Maria Augusta, com quem passou trabalhar [nos tempos livres da escola], no seu atelier , frente ao Parque D. Carlos I . Trata-se de um Jardim romântico, anexo ao Hospital Termal Rainha D. Leonor, e no qual se encontra o Museu José Malhoa). Esta reaproximação marcou o seu percurso no processo comunicativo através da pintura a óleo, e complementou a sua descoberta ,na criação artística. Na cidade conhece a obra de Bordalo Pinheiro e José Malhoa.
Na Casa de Estudantes onde habita temporariamente com as estudantes de Design Sandra Rosa e Rita Barriga, partilham-se ideias, pensamentos, na área das artes e do design. E com elas, Marta pôde participar dos diálogos dos jovens artistas, pintores, escultores e designers. Mas, aqui, Marta é apenas uma estudante do ensino secundário. Uma menina que para além da mala de viagem, trás consigo não mais que um caderno de desenho, um lápis ou uma caneta e a sua inquietude e questões próprias. Estes são alguns dos fatores que marcarão a sua visão e conhecimento no campo das artes, e influenciarão a sua próxima viagem: Lisboa – a próxima descoberta e abordagem. Em Setembro de 2001, inscreve-se na Universidade de Arquitetura e Artes, Lusíada de Lisboa, no curso de Arquitetura. . .. decisão difícil e conciliadora perante a inquietação mais dura e bela que trago na mala de viagem, a arte. Lisboa, a cidade que espreita o rio, que frente a este se constrói sobre o construído. É nesta massa difícil de penetrar, neste lugar de ruas e gentes que desconheço, que encontro e experimento os primeiros significados das palavras Sítio, Desenho, Projeto, Arquitetura e Paisagem. É aqui, entre lugares dos quais nunca sou ou me sinto ser, que me encontro com o este chão. Em 2007, desenvolve e apresenta o trabalho Final do Curso de Arquitetura, Fundação Agostinho da Silva – Museu das Descoberta s, da Emigração e das Comunidades. Resultando numa Reflexão sobre o Estuário do Tejo, enquanto zona de transição e limite – o aterro de Lisboa enquanto espaço de relação entre a cidade o rio. Aqui, fazer arquitetura toma então o seu significado mais profundo. Fazer arquitetura significa colocar questões a si próprio, significa aproximar-se cercar, encontrar a própria resposta com o apoio do professor. Vezes sem conta in, Peter Zumthor, Ensinar arquitectura, aprender arquitectura, 1996.

Em Dezembro de 2006, participa na 1º Trienal de Arquitetura de Lisboa, Núcleo Universidades – Lugares em Espera – Zona Ribeirinha Poente.

De 2008 a 2010, colabora com o arquiteto Alberto de Souza Oliveira e com a sua equipa, no seu atelier em Lisboa.  



Contactos:
Tel.: 967 874 617

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