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ROTEIRO DA CIDADE

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Para quem chega vindo pela EN1 / IC2, sentido Sul - Norte ou pela A15 (saída Rio Maior Oeste), entrará em Rio Maior virando à direita, junto ao cemitério. Ao lado do cemitério, situa-se a Villa Romana, onde poderá iniciar este percurso.

Descoberta em 1983, esta Villa parece ter sido muito importante, a avaliar pelo espólio recolhido até à data, indicador do grande luxo e riqueza dos seus proprietários. Das várias peças de estatuária encontradas, destaca-se uma ainda quase intacta: a Ninfa Fontanária de Rio Maior (que poderá ser apreciada na Casa Senhorial d´El-Rei D. Miguel).
As visitas à Villa Romana são possíveis através de marcação junto do Gabinete de Turismo (ver contactos em visitas guiadas para grupos).

Poderá prosseguir na direcção da zona velha da cidade. Atravesse o rio Maior, em direcção ao centro da cidade, junto ao Largo Adelino Amaro da Costa. Das três ruas possíveis, a do meio é a Rua Serpa Pinto. Se estiver de carro, deverá estacionar nas imediações.

Logo no início da Rua Serpa Pinto, do lado esquerdo, encontrará a Igreja da Misericórdia e a Casa Senhorial d´El-Rei D. Miguel.

A Igreja da Misericórdia é uma construção sólida, modesta e simples, sendo o testemunho mais significativo do Barroco neste Concelho. As origens do templo remontam ao século XVI, mas campanhas de obras sucessivas conferiram-lhe o aspecto actual.

A zona de implantação da Casa Senhorial d´El-Rei D. Miguel / Casa da Cultura João Ferreira da Maia, construção contígua à Igreja da Misericórdia, situa-se bem perto de um cruzamento de duas importantes vias romanas, uma proveniente de Santarém, e outra, de Lisboa. Na época medieval esta zona estava situada no limite Sul da malha urbana da que foi a aldeia de Rio Maior.
A partir deste sítio a povoação cresceu, de modo lento, sendo, no século XVI, a área preferida pelos abastados para construção das suas casas, atraíndo, também, estabelecimento de comerciantes e ofícios.
O imóvel sempre foi conhecido por Casa de D. Miguel por se saber que o rei aqui estacionou no período conturbado da Revolução Liberal.
Estão alojados neste edifício um Espaço de Exposições e o Sector de Turismo.

Ao deixar a Casa Senhorial pela entrada principal, vire à esquerda e enverede pela Rua João de Deus até encontrar as escadas que levam à Capela de Nª. Srª. da Victória. Encontra-se agora num local elevado, onde terá existido, de acordo com alguns relatos históricos, um Paço Senhorial Medieval. A área que poderá ver escavada é seguramente diminuta em relação à que seria ocupada por aquela construção, mas pelos panos de parede postos a descoberto, verifica-se que a estrutura sofreu uma série de ampliações.
Desça pela Rua D. Afonso Henriques até à Praça da República, zona central da cidade e fechada ao trânsito. Aí encontrará os Paços do Concelho, edifício de linhas arquitectónicas modernas construído nos finais da década de 1980.

Para além das esplanadas, abertas sobretudo no Verão, esta praça possui um Monumento de homenagem ao Agricultor, inaugurado em 1999 para comemorar a participação dos agricultores no regresso do movimento dos capitães aos mais puros ideais do 25 de Abril, em que o Futuro é carregado com um sorriso feliz e determinado, simbolizado numa criança, embalado na onda de prometedores ideais.

As pirâmides de pedra, rodeadas de água, representam as Salinas de Rio Maior.
Do outro lado da rotunda, eixo central e de distribuição das principais artérias da cidade, avista-se o Jardim Municipal que ocupa uma área de 17.889 m2. No início do Jardim e virado para a rotunda, encontra-se um Obelisco comemorativo do 1º centenário do concelho (1836 – 1936), em cuja pirâmide cimeira aparece o brasão do concelho em alto-relevo.
Mais à frente, situam-se: uma esplanada; as instalações sanitárias e o Parque Infantil.
Nesta altura, avista-se já o Palácio da Justiça, obra de arrojada arquitectura, para a época, inaugurada em 1961, da autoria de Formosinho Sanches, concebida, não em altura, mas em horizontalidade. Aqui, localizam-se o Tribunal, o Cartório Notarial e as Conservatórias dos Registos Civil e Predial.

O Grupo Escultórico do Palácio da Justiça, de Lagoa Henriques, é uma obra modernista, figurativa, que simboliza a Justiça.
Ao fundo do jardim, e depois de passar o Palácio da Justiça, poderá, ainda, visitar a Igreja Paroquial.
naugurada em 1968, é uma construção ampla e sólida de linhas simples mas elegantes, da responsabilidade do arquitecto Formosinho Sanches. A Nave é ampla e tem capacidade para três mil pessoas, sendo mil lugares sentados. Destaca-se, na parede central do Presbitério, uma Tapeçaria de João Marcos concebida a partir de um texto do século IV, Leitura de Sábado Santo, executada em 1986, onde Cristo Ressuscitado estende as mãos a Adão e Eva.

Se regressar à Rotunda e enveredar pela Avenida Paulo VI (assim denominada após visita daquele Papa ao nosso país ), estará a entrar na zona de expansão mais recente da cidade. Esta avenida levá-lo-à ao Complexo Escolar e Desportivo e às Salinas.

O Complexo Desportivo é fruto do investimento feito ao longo dos últimos 20 anos, numa aposta estratégica de desenvolvimento pelo desporto. A qualidade das suas instalações permitiu-lhe o reconhecimento como Centro de Preparação Olímpica pelo Comité Olímpico Português.
Sucessivamente, foram sendo construídos os equipamentos para a prática de várias modalidades tendo o investimento sido coroado com a vinda da Escola Superior de Desporto para Rio Maior, em 1998, e com a inauguração do Centro de Estágios e Formação Desportiva, em 2000.
O Complexo Desportivo começa a avistar-se, já quase no final da avenida Paulo VI, com o aparecimento do Centro de Estágios, à direita. Este Centro tem como objectivo permitir a permanência, em Rio Maior, de equipas nacionais e estrangeiras praticantes de qualquer modalidade desportiva durante os seus períodos de estágio e treino. Ao nível de um hotel de três estrelas, oferece, em simultâneo, alojamento, refeições e o usufruto das instalações desportivas.
Passará, ainda, próximo dos campos relvados e pelo Pavilhão Gimnodesportivo, até chegar à rotunda (Praça Francisco Sá Carneiro). Vire à direita, na direcção das Salinas. À sua direita fica a Escola Básica Integrada Marinhas do Sal e à esquerda as Caves D. Teodósio. Fundada em 1924 por João Teodósio Barbosa, esta empresa especializou-se na produção, engarrafamento, comercialização e exportação de vinhos, espumantes e bebidas espirituosas.

Continuando, passará junto às Piscinas Municipais. São ambas cobertas e aquecidas, permitindo a prática da natação durante todo o ano, estando a Piscina Olímpica vocacionada para a alta competição.
Se virar à direita, continuará a circundar o Complexo Desportivo e poderá observar mais de perto o Estádio Municipal. Este estádio, com bancadas cobertas,possui 6.500 lugares sentados. A pista de atletismo Susana Feitor, de 400 metros, é uma homenagem à campeã nacional de marcha atlética, natural de Rio Maior (Alcobertas).
Seguindo em frente, pela Av. Dr. Mário Soares, passará pela Escola Profissional e pela Escola Secundária.
Mais à frente, do seu lado direito,situa-se a Central Rodoviária de Rio Maior e logo de seguida o Pavilhão Multiusos, onde ocorre a realização anual da Feira das Tasquinhas (Março), da Feira Nacional da Cebola (Setembro) e, como a própria designação indica, de outros eventos ligados às mais diversas áreas.
Depois de passar o Pavilhão Multiusos, vire à direita para a Av. Marechal Humberto Delgado. Encontra-se numa zona de expansão recente da cidade, com alguns edifícios novos, como sejam o Quartel da Guarda Nacional Republican e a Biblioteca Municipal Dr. Laureano Santos, ambos à esquerda.
Esta avenida é perpendicular à Av. Paulo VI, onde deverá virar à direita e repetir o percurso passando pelo Centro de Estágios até chegar à rotunda que o levará às Salinas. Siga em frente durante cerca de 2,5 Km até avistar as Salinas. Vire à esquerda, no cruzamento, e estacione nas imediações para poder apreciar a exclusividade deste lugar onde se produz sal há mais de 900 anos.

O sal de Rio Maior provém de um poço de onde se retira água sete vezes mais salgada que a do mar; água que se torna salgada ao atravessar uma jazida de sal-gema com milhões de anos.

Poderá solicitar um folheto explicativo junto do Posto de Turismo das Salinas.

NOTA: Duração aproximada do percurso - 3 horas
Aconselha-se a visita a pé nas zonas velha e central da cidade, com eventual deslocação de carro para visitar o Complexo Desportivo e as Salinas.

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