No ano de 1833
A localização de Rio Maior tem sido, desde tempos
imemoriais, um fator determinante nuns casos para o desenvolvimento e
bem-estar, noutros para o retrocesso e sofrimento das gentes que ocupam esta
zona do país.
No século XIX, Portugal assistiu a uma sucessão de crises
políticas e conflitos de natureza diplomática e militar.
Passadas pouco mais de duas décadas sobre a terceira invasão
napoleónica, e ainda mal recuperada da devastação deixada pelos franceses e
aqueles que os combateram, a população do atual concelho de Rio Maior viu de
novo duas forças militares em conflito calcorrear o terreno, desta feita
aquelas que representavam as duas frentes da guerra fratricida entre D. Pedro e
D. Miguel.
Para além do aquartelamento e das movimentações alternadas
das tropas liberais e absolutistas no território, também as duas figuras régias
terão percorrido as vias que o atravessavam.
A Casa Senhorial d'El Rei D. Miguel deve o seu nome a uma
presumível hospedagem desta figura régia no edifício, à época propriedade de
Joaquim Maria, ferrenho miguelista."
*Fonte: https://www.cm-riomaior.pt/informacoes/memoria-e-patrimonio-cultural/casos-e-acasos/item/2945-publicacao-outubro-2023
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